Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better. Samuel Beckett

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

The 20th

"Bush's Last Day" e "Obama Inauguration Countdown" não têm qualquer significado... que não seja o dia em que piso solo Londrino.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Advices

Ao longo destes meses tenho reunido informação sobre o que fazer no dia da chegada.

Consultei alguns sites como workgateways e requesitei a ajuda da tugaemlondres, que tem sido impecável na pronta resposta de todos os emails. Ultimamente tenho utilizado os recentes contactos que me foram amavelmente fornecidos por (ex) colegas de trabalho.

Um desses contactos vive e trabalha na Holanda. Mesmo assim mostrou-se muito útil! A informação segue abaixo:


- after arrival, start making all the bureaucratic arrangements asap, e.g.
arrange National Insurance number, sign up with dentist, doctor etc etc.

-embrace the culture, don't stay within your own group of nationals, otherwise
you will never start to feel at home there !!!

- British (work) culture is very much about (binge) drinking, be prepared to withstand a lot of social pressure if you don't want to end up with an addiction..

- British (London) work culture often involves long working hours and a long commute, and the culture may be more different than you expect, with e.g. strong British diplomacy and indirectness ;-)

- enjoy your stay, expand your horizons, see as much of the
country as possible, travel lots, it's great !

- you will learn lots (e.g. perfect command of the English language, other ways of working etc etc), your stay will be of great benefit to your future !!!

Vai ver os jogos do Chelsea ou MU.





Agradecimentos sinceros a todos aqueles que me ajudaram a seguir em frente.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Are techies an endangered species?!

Acabo de receber um mail de um (agora ex) colega que me deixou optimista.

Best of 2008: Are techies an endangered species?

by Cree McCree

WHAT’S HAPPENING

As if the U.S. economy didn’t have enough problems, now it’s facing a techie bust. Enrollment in undergraduate IT degree programs was more than 50% lower in 2008 than in 2003, according to the Computing Research Association’s annual survey (Time 6.23.08).
During the same five-year period, demand for IT workers surged in businesses across the board, from high-tech multinationals to local hospitals and insurance agencies.
With Boomer IT workers retiring and fewer students opting for computer-science degrees, experts are concerned there won’t be enough tech workers to fill the 1.6 billion openings expected by 2016.


in here

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Dia cheio.

Desde os últimos meses que a minha visão tem piorado significativamente. Dos tempos em que conduzia sem óculos e saía a noite da mesma forma, aos em que não saio de casa sem eles. Não posso tirar uma foto e preparar a próxima olhando em redor sem os tornar a colocar.
Aproveitei o facto de ainda ter seguro de saúde para ir a uma consulta de especialidade a preço de saldo. O Doutor informa-me que tenho o olho picado. Resquícios de uma conjutivite obra de uma cabrão de um adenovirus que demorarão 2 anos a passar.

Tome estas gotas e regresse daqui a mês e meio - diz ele.
Nessa altura estarei fora. Ele diz que não existe problema. Que os olhos são linguagem universal. Que o meu problema vai-me atormentar tanto aqui como em Londres.
Essa é uma de 2 questões de saúde que passei a ter de tratar num mês, em época natalícia...
Parte de mim ficou a resmungar que se não desisto pela crise, desistirei por estes problemazecos.

Regresso ao trabalho e tenho um email do chefe. A reunião que tinha pedido á semanas fica marcada para o final da semana. Por causa de uma clausula do contracto que me poderá lixar os planos, peço pra ficar na 5F e assim fica.
Não sei o que irei dizer e tenho 24h para pensar se a minha estratégia é um aumento...se um adeus.

O dia não estaria completo se não fosse hoje... o jantar de natal da empresa. Onde das várias hipóteses possíveis...o chefe foi sentar-se ao meu lado.
Como bom analista que é, aproveitou para me perguntar como estava o projecto se estava contente. E em cada reticência perguntava de novo para eu reforçar ou justificar a minha resposta. Dei a entender que não estava radiante, mas satisfeito com o projecto onde estou. Uma má estratégia. Não fui plenamente honesto e caso queira um aumento deveria mostrar algum desinteresse...ou interesse por algo mais...
Deixo espaço pra desenvolver na próxima 5F.

Apagar tudo e começar de novo num ambiente que não conheço mais do que arriscado pode ser uma atitude imbecil e imatura. Como pode ser a oportunidade da minha vida.

Estive a pensar num comparação possível. Momento pra saltar de uma prancha alta para a piscina. O que mais custa é olhar cá pra baixo. Ou se salta logo, ou não se salta mais. Não esta não. Tanto esta como a queda livre não servem de comparação porque praticamente não interferimos na queda. A água lá estará no fundo. O pára-quedas abrirse-á.
Será mais parecido com escalada. Mas começando a meio. Onde a queda já fáz moça. A partir do momento em que meto pinças na rocha, so tenho de subir em constante esforço. Ao meu ritmo. Colocando a corda nas espressos para segurança nível a nível. E confiando que a corda estará no seu lugar, quando caír.

sábado, 22 de novembro de 2008

Os últimos meses

Curiosa esta oportunidade para microsoft, e a oportunidade para Buenos Aires para projectos igualmente da microsoft...

Sem mais cartas na manga tornei a mandar mail para a oportunidade de Buenos Aires e para o agente de recrutamento de Londres, sem resposta. Repeti mais tarde para o cliente e finalmente responderam que de momento já não estavam a recrutar ninguém para esse projecto. Como é estranho demorarem vários meses para darem uma respostas tão simples e curta como "lamentamos". É o porquê do mail informando-me que me queriam contactar pra falar das oportunidades...seguido da chamada que nunca chegou a existir. Parecia que tinha-me afundado no meridiano 180. Que o mundo tinha rodado duas vezes enquanto eu dormia.

Todos estes meses passaram e agora a empresa para a qual trabalho em Portugal pede-me para fazer um plano de carreira. Justamente uma das fortes críticas que fiz quando saí do último emprego, a ausência de um plano de carreira.

Apesar de ter em vista um fim de contracto no fim do ano e passagem comprada para Londres, fiz o plano de carreira quer para não causar sururu quer para manter todas as portas abertas. Nunca se sabe se esta crise é uma constipação se uma pneumonia.
Aproveitei para manifestar o meu interesse em trabalhar num projecto no estrangeiro dentro do grupo da empresa. Que foi recebido com surpresa, apesar de não o achar para qualquer jovem como eu.

Começo a entrar no último mês de contracto onde tenho de tomar decisões sérias.
Não me posso descuidar senão lá se vai o meu período de aviso de não renovação de contracto. Passo os dias a ler artigos na web sobre a crise. Sublinhando os artigos optimistas, apagando os pessimistas.

Microsoft Experience

Recebo um mail no final de Julho de alguém que encontrou o meu CV no Monster. Alegou ser da microsoft e que tinha propostas para diferentes aportunidades. As áreas em escolha seriam Live Services, Mobile ou o novo Office 14. Pediram para eu enviar dados sobre a minha preferência no local onde seria alocado, área de interesse e país de origem. Pensei inicialmente que seria uma farça. Uma forma de verificar que a minha conta existe, está activa, e a minha origem. A microsoft não vai á procura de candidatos. Eles estão lá a bater á porta todos os dias. E muito menos enviam um mail com a seguinte frase a um completo desconhecido:

"After reviewing your experience/credentials, I can say I am quite impressed with your background and would be interested in further discussions."

De qualquer das formas respondi, não tinha nada a perder.

Recebo resposta poucos dias depois. Desta vez comecei a acreditar. Tinham recebido a minha informação e iam agora cruzar o meu CV e interesses com as necessidades. Fiquei contente com uma resposta (apos silêncio prolongada de Buenos Aires) mesmo que não fosse dar em nada.
No dia seguinte tinha nova resposta para marcar uma entrevistas telefónica. Fiquei em pulgas! Não queria acreditar como na altura certa (deprimido com Buenos Aires) estava a ter outra oportunidade.

Era Agosto, e numa tarde de 6F estava eu sentado na mesa de um café de auricular e caderno com frases feitas que me podiam ser úteis. Á minha volta vários executivos/administrativos tomavam uma refeição rápida, e o telefone toca. Lembro-me de comentar para comigo mesmo que não havia pontualidade britânica naquela chamada.

Tinha ficado com a sensação que a entrevista seria para analisar as minhas soft skills, enganei-me. Foi entrevista técnica até ao fim. O entrevistador tinha um sotaque mais difícil de compreender que me fez pedir para que repetisse algumas vezes. Muito provavelmente por a oportunidade ser pra Dublin.
Comecei por me entusiasmar com as primeiras perguntas que não eram triviais mas que eu sabia a resposta. Tanto o fiz que me atropelei a falar. Ficando com a sensação que fui trapalhão. A certa altura perguntei se me estava fazer entender. Do outro lado um sim sempre. Até que cheguei a uma pergunta que não respondi, mas que a resposta rebentou na minha cabeça mal a chamada terminou. Foi sempre a descer até á última pergunta que não fazia sentido. "Se tivesses de testar um teclado como o farias?" Fiquei muito tempo a pensar. Sabia que a pergunta era de lógia. Que seria pra ver como eu pensava. Comecei por dizer que testava uma linha e uma coluna. Não justifiquei que um teclado é uma matriz de fios. E quando do outro lado me pediam "e que mais?". E ia-me afundando ainda mais.

No final fiquei com a sensação que não teria dado uma má imagem, que se foi diluindo conforme o tempo foi passando. Na microsoft só vale a pena se passar uma boa imagem. A confirmação veio 15 dias depois.

" In light of our current opportunities, we will be pursuing other candidates whose background and abilities more closely match our needs at this time."

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