Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better. Samuel Beckett

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Notting Hills B&B

[este é um daqueles posts que ficaram em draft e que caíram no esquecimento]
23-01-2009.

Telefono para o número do bed and breakfast que me foi fornecido e combinamos uma hora para conhecer a casa.
Apanho o 38 até Holborn. E vou na Central line até Notting Hill gate. Ao sair neste admirável mundo novo sigo as indicações do caderno Moleskine que me custou os olhos da cara. Mesmo assim não evito andar perdido por momentos. Fachadas imaculadamente brancas com ferraris, mazerattis, e um mustang clássico à porta.



Toco e surge uma senhora idosa com uma postura muito clássica. Passava perfeitamente por sósia de Margaret Thatcher.

A casa parece não ter paredes. Apenas quadros, molduras, fotografias. Paredes forradas a quadros de crickett, fotos de família. Pede-me para aguardar por momentos. Minutos depois sai um senhor que julgo ser o médico. Entro na cozinha/sala e na tv (sim, não é gralha) passa a BBC radio. Música clássica aos berros que dificultou o diálogo.
Sentámo-nos na mesa de jantar e fico a saber que teve uma empregada portuguesa durante 20 anos que agora adoeceu. "Now I have a Philipine." - diz.
Respondo-lhe à pergunta incómoda do emprego. Digo-lhe a verdade. Que estou a procura. Que não devo ter problemas em arranjar nesta área. Fico a saber que não poderei ficar no quarto por um mês como falado. Mas apenas por duas semanas até 16 de Fevereiro.

O filho entra na sala. Um homem nos seus 30s que parecia vindo de cascais. Só faltou o cabelo estilo cão de água com risco ao lado.
Sigo o senhor escadas acima e é-me apresentado o quarto. Simpático mas parecia que estava a ver tudo a preto e branco. O quarto é saído de um filme de época. Onde as empregadas vestiam-se todas de igual e os senhores andavam de chapeu alto e cabeleira na rua.
O telemovel toca. Número inglês, só pode ser emprego. Atendo. Perguntam-me se é mal altura. Olho alarmado para o homem e digo que neste momento estou numa reunião. Para me telefonar dentro de 20minutos.
Aquecimento, ok. Enorme janela para ver as mansões dos visinhos... Wc com porcelana antiga mas limpa.
Descemos as escadas e o filho despede-se da Sra dizendo que está com pressa. Segue pelo corredor rumo á porta. Fico sem tema de conversa e a Margaret diz-me com um sorriso simpático "Quer que o meu filho lhe faça companhia?" (não me recordo das exactas palavras mas sei que fiquei embasbacado por ela estar basicamente a mandar-me embora daquela forma). Pergunto-lhe se temos tudo acordado. Sim. Então siga.
À porta o filho pergunta-me se conheço a zona. Dá-me indicações para o tube e para os cafés mais próximos. Preciso de um sitio calmo para atender a chamada.

Entro numa cadeia de cafés mundialmente conhecida, em que o nome começa por estrela e acaba com...guito no final. Guitos de estrela numa tradução livre e descomprometida. Não ha uma única mesa disponível. Saio e vejo ao fundo outra cadeia mundialmente conhecida por vender hambúrgueres de elevado teor de gordura. Entro e peço a sande de coirato acompanhada com a mini lá do sitio. Coloco o telemóvel em cima da mesa para ser mais rápido a atender a chamada, como no faroeste. Acabo a refeição e nada. Fico mais uns minutos e nada.

Saio e sigo sem sentido pelas ruas esperando ainda ir a tempo de tirar uma ou outro foto que preste. Vejo uma igreja ao longe com o sol a por-se. Puxo da máquina e preparo-me para disparar. O telemovel começa a tocar. Apresso-me para o agarrar mas ele esta bem preso no fundo do bolso do sobretudo. Finalmente agarro-o e atendo... fora de tempo. Grito palavras tipicamente portugueses que são oportunas nestas alturas. Não tocou muito tempo. Só o tempo suficiente para me deixar frustrado.

Tiro mais umas fotos. Nenhuma que preste. E fico alguns minutos a olhar para as ruas arranjadas. Como seria um sonho viver aqui. Como vai ser um inferno viver numa casa de hábitos tão formais... e ainda pagar por isso.

Regresso a Piccadilly Circus apanhando o 49. Vejo o ao meu lado hyde park. Atrás de mim alguém come fritos mailcheirosos e ouve hipopalhada. Ahhh, é como estar em casa.

Chegado a Piccadilly perco-me nas ruas, tenho tempo. E dou por mim em Chinatown.
Dentro de poucos dias começa o ano Chinês. Celebrado por várias zonas da cidade. Quando é que o meu novo ano começa?


[Novidade]
Regresso a casa desanimado. Tento focar-me nos pequenos problemas mas só consigo ver o conjunto. Tou na M***! Mas ia ficar pior. Quando descubro que o lugar onde me sentei levou um banho de batido. E que o sobretudo esta cagado (o drama...o horror). A única peça que não podia sujar. Não sei como fico surpreendido. Já devia de saber desde os tempos de faculdade que "se algo pode correr mal, correrá. E na pior altura possível...".
Murphy dum CAR*****.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Chinatown experience.



Na 6F fomos jantar a chinatown a convite da Madrinha de J. .
Há muito que não punha lá os pés e agora não tinha mais o encanto da altura dos festejos do ano novo chinês.

Entrámos num no meio da rua mesmo em frente a um pub bastante ruidoso. 
Tinha o aspecto de um qualquer restaurante chinês quer em Lisboa quer no Cacém...
A WC era pouco limpa, mas não esperava mais. 

Pedi crepe...e foi uma desilusão. Vieram uma espécie de croquetes...
Não diziam alos chau chau. Nem existia! Apenas "fried egg rice" que nem era o que anunciava. Arroz ao estilo cantina I.S.E.L. com ovo escondidinho. Nada de fiambre e muito menos ervilhas.
E até existia o famoso número 69! Ao contrário do que encontro em Portugal.... Se não me engano até eram dois 69...

O atendimento foi fraquinho. Tentando dispachar-nos o mais rápido possível ruma á porta.
No final vem um papel todo em caracteres chineses...onde apenas se entendia bem a soma final.
Um empregado repete uma frase 3 vezes que  eu entendo como "aqui está o pratinho para as gorjetas". Comecam a cair uma e outra libra dos bolsos da mesa até alguém perguntar se não era normal isso já vir incluído no recibo. E devia...
Exigimos uma conta em inglês que nos foi dada a muito custo e enjoo.

Enquanto esperamos pela conta, o casal que estava na mesa ao nosso lado é despedido pelo dono (aparentava ser o dono) com as acolhedoras palavras "Don´t ever come back!". Parece que recusaram dar gorjeta... a gorjeta que já está incluída na conta final (em qualquer lado) e que não somos obrigados a pagar.
Nessa altura um grupo de amigas da outra mesa exige também a conta em inglês. O movimento caótico dos empregados. O mandarim a ecoar nas paredes.

Recebemos a conta e preparamo-nos para sair...até reparar-mos que uma garrafa de vinho foi colocada a mais. 16£. Não é pouco. Exigimos retorno. Pedem-nos para nos sentarmos de novo. Lembro-me de uma historia de um grupo de pessoas que foi agredido a facas e garfos num restaurante chinês por reclamar a conta (?) em Portugal(?). Começamos todos a ficar nervosos e alguns saem para um cigarro nervoso. 
Para mim, tudo não deixou de ser um jantar onde so importou a conversa e o vinho. E isso houve em muita e boa quantidade. Mais a primeira que a segunda.

Deixo a foto para que quem se atreva a la ir se preocupe em, pelo menos, pedir conta em inglês.

Sigo pela Oxford St rumo a Regent St  onde poderia apanhar o Bus 88 rumo a Clapham Common. Á primeira vista o mais próximo de Balham, destino final (saudades de quando morava em Old Street). Pelo caminho reparo que o ambiente começa cada vez a ficar mais hostil e atinge o seu ponto maior na paragem de autocarro. Onde um mano explica como podia aleijar mais ou menos segundo a forma como batia com o cotovelo no queijo. Exemplificando-o em slow motion para um casal que está na paragem. O 88 é amarelo. Ou seja o sinal da paragem tem o número 88 a fundo amarelo. Isto significa que temos de comprar o bilhete antes de embarque na maquina que se encontra mesmo ao lado. Problema. Não temos trocos e a máquina nem aceita moedas. Mesmo aceitando não dava trocos....quantia certa. Entramos pelas ruas e becos dentro á procura de algum pub aberto aquelas horas (2h...3h...?). Lá consigo a última bebida num pub onde já não se vende alcool...uma água, claro.

Compramos o bilhete e esperamos. Agora o ambiente tornou-se ainda menos simpático. Imagino as diferencas entre esta paragem e a linha de Sintra...
O mano começa aos berros para alguém que não consigo ver. "I Kill everybothy here!".
J. aperta-me o braço e diz-me para não olhar.

Chega um novamente um bus que não é o 88. Mas este é diferente. É em lagarta (ao contrário dos tipicos 2 andares). Outro aparece na retaguarda e uma enchente de pessoas entra num e noutro. Digo para comigo "queres ver que o outro é o 88"? O problema de estar aqui ha alguns meses e não ser atropelado ou assim, é que fez-me esquecer a minha falta de sorte. Era mesmo. Corro para ele mas as portas fecham-se e coloca-se em marcha mesmo antes de o primeiro sair. Numa explosão de frustração bato com violência contra as portas e mesmo assim o condutor não olha e continua em grande aceleração. Fico a pensar que se fosse um brother e falasse crioulo ele teria falado. Nas campanhas de descriminação positiva. Como esta campanha do borough de lambeth (especie de Freguesia) de onde Balham faz parte:



"We have launched a challenging campaign, 'Check the label', to help dispel the myths around young people's involvement in crime and to highlight the support available for this age group".
Depois das notícias de jornais constantes (algumas a poucas milhas daqui) sempre com os mesmo protagonistas, isto só dá mesmo vontade de rir ("I Kick a ball as well as I do it to a guys head!").
Lembrei-me também quando no Tagus Park em Sintra me coloquei no limite da faixa de rodagem enquanto o autocarro vinha, autocarro esse que não abrandou. E muito menos parou. Tudo porque não estiquei o bracinho. Aquele sinalzinho estúpido que as gentes de um Portugal muito profundo inventou. Na altura ainda mais confusão me fez por estar de fato e gravata e ter de ficar 1h a espera do seguinte. Se tivesse uma indumentária que ferisse menos o seu ego talvêz ele tivesse parado. "Esses cabrões do banco...toma lá para aprenderes... agora és como os outros..." 
Uma carrinha pára ao lado da paragem e saem dois african-british (para não dizer sempre manos). 
- Então? tudo bem?

Diz ele todo sorrisos. Eu fico a tentar perceber que língua era aquela. E J responde de imediato.
- Não! Então a merda do Bus não pára na estação!?
Limpam os vidros da paragem e no entretanto vão comentando "pois isso é chato",  "e para onde vão?". Terminando com um "então uma boa noite!".

Ficamos ambos sorrisos durante os minutos seguintes. A ironia.
Sorriso que desaparece quanto torno a ver o mano que prometia o outro mundo a todos que ali estavamos. Caramba, tantos bus para entrar e teve de ficar ali!

A viagem até casa prometia ser cheia de peripécias. Já eram 3h e ainda iamos no sentido de Brixton (gente simpática, tenho lido). Passamos por Vauxall e Stockwell onde poderiamos ver vários cafés com nomes Portugueses. Acabou por revelar-se bastante rápida. Praticamente o mesmo tempo que levaria se fossemos de tube. O factor transito não entra em contas perto das 4 da manha. 

Chegamos a Clapham Common (estação terminal) e acabamos por seguir a correria de quem vinha conosco. Confiro, e para nossa sorte o bus onde todos entram passam por balham.

Chegamos a Balham e somos os únicos que saímos. Resta-nos 16m a pé até ao vale dos lençois.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Festejos do Ano Novo chinês



01/02/2009

É Domingo e ainda estou a recuperar de quantidade de Pints de Guiness que bebi na noite anterior... e do dinheiro que gastei.
Estou deitado no sofá e lembro-me que havia algo de importante para hoje. Os festejos do Ano Novo Chinês. São 15h, tenho apenas 2h de sol para as fotografias mas opto por ir. Não quero ficar homesick.

Centenas ou milhares de pessoas passeiam plas ruas envolventes a Leicester Square, Trafalgar Square e Chinatown. Vou ao encontro do grupo de formigas de máquinas em punho que estão em Chinatown. Oiço tambores e, ao longe, vejo um Dragão. Uma pequena desilusão. Esperava ver um dragão maior. Mesmo assim é um espectáculo bonito. Pelo que percebi o dragão recebe presentes das pessoas nas lojas da rua. Algumas vezes do primeiro andar desce um cordel com algo na ponta. Um rapaz coloca-se nos ombros do outro fazendo a ilusão de que o dragão se esta a elevar acima de todos nós em busca da oferta. Numa ocasião o dragão irompe pela loja dentro. Assustando os clientes e empregados. Suponho que não recebeu presente.



Tento tirar fotos do dragão mas torna-se impossivel com tanta gente.
Depois empregados de coletes reflectores e altifalantes pedem para que as pessoas se dirijam para as zonas laterais e assim o dragão vai seguindo em frente cumprindo o seu objectivo plas ruas de Chinatown.



Desço até Trafalgar Sq e todas as lojas estão abertas e repletas de gente. Restaurantes com as suas comidas típicas expostas na vitrine, vendedores ambulantes com tambores do filme Karaté Kid e dragões de miniatura.
Em Trafalgar Sq tenho um palco onde actuam músicos chineses. Não achei interessante e tornei a subir.



Um momento único foi quando estava em Chinatown e subitamente começa a nevar com intensidade. Para alguém que vem de Lisboa e cresceu sem nunca ter visto neve até muito tarde, este momento transforma-me novamente numa criança. Nos tempos em que corria o dia inteiro comendo fruta directamente das árvores e bebendo água de fontes e cascatas.
Surgiu tão subitamente como cessou, e assim a neve que caía chegava já sobre forma de água ao chão.

Começo a ouvir um barulho enorme vinda da Leicester Sq. É o fogo de artifício que sinaliza o final das comemorações. Largos minutos de foguetes, lágrimas e bombas tipicamente chinesas que soam a teatro de guerra. Fico demasiado longe para ver tudo o que se passa. É impossível chegar mais perto com tanta gente compactada.



Quando regresso a Mitcham já vejo as ruas cobertas de branco. E quando saio da estação começa a nevar. Cada vez com mais frequência para meu deleite.



Neve continuou a cair noite dentro. Quando me ia deitar espreitei pela janela e estava uma camada branca enorme sobre tudo. Carros, telhados, estrada. Fiquei a pensar como é que amanhã alguém ia conseguir sair daqui. Eles devem estar habituados a estas coisas...


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