Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better. Samuel Beckett

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domingo, 10 de novembro de 2013

Lidar com a adversidade the british way - Uk Storm

Se estiveram atentos as noticias foi difícil não ouvir falar da tempestade que ia atingir o reino unido. Os meteorologistas veteranos falavam de uma forma quase erótica da tempestade e de como era extraordinário os modelos computacionais de hoje conseguirem prever algo tão aleatório com tanta precisão. Ao ponto de, 4 dias antes, conseguirem avisar todos e executarem os planos de alerta.

E acho que, também, é numa situação destas que se vê como Portugal está a anos luz de Inglaterra. Não se facilitou. Fecharam grande parte das linhas de comboio do sul (para desespero dos passageiros) e aconselharam as pessoas a só sairem se fosse mesmo necessário e a levarem sempre consigo um telemóvel com bateria cheia. Coisas simples de senso comum. Mas que acho que preveniram o que podia ser muito mais do que as quatro fatalidades diretamente relacionadas que tiveram . Muitas empresas já têm planos e processos para situações destas (ou, por exemplo, para uma greve geral) e muitos trabalhadores da city têm possibilidade de trabalhar remotamente a partir de casa.

Quando soube do tamanho da fila que a estação de metro de balham tinha...não arrisquei e fiquei a trabalhar a manhã em casa. Tendo em mente que ao entrar na estação temos 2 lances de escadas seguidos de escadas rolantes e só depois a plataforma...é de loucos pensar que vale a pena ficar numa fila de uns 50 metros fora da estação (nas duas entradas)...
Aqui acho que se vê também alguma determinação dos Ingleses (ou, neste caso Londrinos) em chegar ao trabalho apesar da adversidade. Em Portugal tenho a sensação que a menor greve é desculpa para se chegar 3h atrasado ao trabalho...porque não sair 2h mais cedo?
(Reparem na fila. Não são 5 filas amontoadas. É mesmo uma fila indiana!)

E enquanto tinha a tv ligada para me por a par de como as coisas decorriam vi este maravilhoso momento.

Um grupo de voluntários (ou não), que costumam estar na entrada das estações a pedir donativos, vestidos de tigre a rir para a camara. Eles também se viram negros para chegar ao destino e mesmo assim de bom humor!

E esta história fez-me lembrar a forma como vi as cheias em 2012...ou até o Blitz.
As cheias de 2012 abriram telejornais em Portugal. Biliões de libras por água abaixo. Quintas destruídas. Gado afogado. Vidas perdidas. E lembro-me de ver camponeses a serem entrevistados pelos jornalistas sem choramingar. Sem berros do "perdi tudo!". E sem nunca...NUNCA ouvir "o estado tem de fazer alguma coisa por nós.". Não sei se o governo apoiou esta gente. Mas lembro-me de as seguradoras (estes camponeses asseguram os seus negócios, já viram!?...a loucura) tentarem fugir com o rabo à seringa dizendo que não cobriam "actos de Deus".

Se os Portugueses se gostam de gabar de terem inventado o "Desenrascanço". O Inglês definiu Resiliência. E não o foi só hoje. Lembro-me de ter visto um cartoon dos tempos da segunda guerra mundial onde se retratava londres a arder e bombas a cair... e dois idosos de chapéu a beber chá e a comentar "parece que vem praí um tempo terrível no fim-de-semana". Claro que é uma caricatura mas descreve perfeitamente o Londrino na finest hour. O inferno por todo o lado e eles a comentar coisas mundanas porque a vida continua.
E isso ainda hoje se vê quer nas cheias de 2012 quer na tempestade deste ano. Cinquentões a mergulhar no mar revolto. Jovens a fazer canoagem na sua high street. Velhos a beber chá na rua de galochas.
Exemplos para o mundo.

domingo, 13 de outubro de 2013

Dicionário Inglês/Tuguês


Inglês-"Can the ticket holders of seats 15 to 20 please come forward..."
Tuguês- Todos ao mesmo tempo em 5 filas diferentes e fingir que não entende quando lhe dizem que ainda não é a sua vez...mas mesmo assim ficar na 'fila' para guardar a sua vez.

Isto foi o que encontrei num voo Tap em Setembro (low cost é geralmente pior). Sabem como distinguimos os ingleses dos Portugueses/Angolanos num voo Uk-Pt? Os ingleses estão sentados à espera da sua vez. E quando fazem fila...fazem uma fila única, não de 4...não de 2...de uma pessoa.
Com uma esperteza e "desenrascanço" assim, o que esperam que o Tuga faça quando lhe dão um pouco de poder? São episódios assim (e muitos outros que acontecem constantemente quando volto) que me fazem sentir uma vertigem quando me perguntam "Pois...mas se isto estivesse bom voltavas, não?".

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dining philosophers

À semelhança de ontem, hoje fui novamente almoçar com o instrutor americano e mais uns colegas. Estávamos a ter discuções filosóficas sobre objectivos e sentido de vida (ser escravo do trabalho e viver muito bem [real american dream] VS viver bem abaixo das espectativas mas deixar o emprego se não nos estimula) quando o sentido da conversa mudou para o euro estar alto relativamente à libra e a Grécia ser o bode espiatório.

Na mesa eramos 5, cada um representante de um País (Africa do Sul, Reino Unido, Portugal, Polónia, USA). E eu a ver onde a conversa estava a caminhar é a sentir que só não falavam de Portugal porque eu estava ali.
Então decidi trazer o "Elephant in the Room" e disse que por estarmos (Portugal) na merda não ajudava na confiança para com a economia europeia mas que no caso da Grécia eles forjaram os relatórios que provavam que eles eram suficientemente estáveis para aderir ao euro...e foi o que se viu. Então deixei no ar que todos procuram culpar Grécia (e agora Portugal) mas que nunca vi ninguém à caça de quem assinou esses documentos (e recebeu dinheiro por baixo da mesa). Sendo que esses senhores eram instituições externas e respeitaveis... e queria ficar por alí quando o Americano rematou de olhos arregalados - "and they were American.". Eu nem tava a tentar culpar os Americanos mas ele pegou no carapuço e enfiou-o bem.

E surpreendeu-me dizendo que os grandes culpados disto eram americanos porque eles começaram a crise. Que muita gente inventou lucros onde nada havia. Eu também não deixei passar que sentia que alguma culpa era nossa mas que temos sofrido um peso muito maior devido a todos os factores externos.

O Inglês queria ajudar à festa e disse que o Reino Unido era uma anedota a exportar (algo que me fez engolir uma gargalhada porque pensei no que é que Portugal teria para exportar [comparado com o uk]). E nem sei o que me deu mas acho que tive um momento de génio.

Disse que o que o UK exporta mais e melhor é cérebros. Os grandes cientistas e prémios Nobel são Ingleses. Logo o país devia de ter algum retorno quando eles saem, por exemplo, para os USA. Podia ser como fazem nos jogadores de futebol. (Dei o caso do Ronaldo que acho que está incorrecto mas no caso do Figo sei que é verdade.) Na transferência do Figo do Barça para o Real o clube onde ele teve como iniciados recebeu uma percentagem da transacção da transferência. Um prémio por formação.
E devia de ser exactamente assim também para a fuga de cérebros. Ao dizer isto, pensava nos cérebros Portugueses [como por exemplo António Damásio]. E ao pensar nisso vi que se as universidades Americanas tivessem de dar 10% de um qualquer prémio à Instituição Portuguesa que o representa (Univ de Lisboa), provavelmente não conheceriamos o António (e o Mundo saberia muito menos sobre as emoções e as funções neurológicas).

O Americano sentiu que já lhe estavam a pisar os calos e defendeu-se dizendo que então tinham de dar muito dinheiro à Stanford Uni. E ao MIT, acrescentei.

Quase ninguém comentou esta minha ideia (ok, o Americano não gostou) a não ser o Sul-Africano que gostou bastante. O que não me deixou especialmente animado porque ele também já achou muito inteligente beber uns shots de tequila em fila e depois expremer o limão para dentro do glóbulo ocular...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Street Pianos

Até 13 de Julho é possível encontrar isto nas em várias ruas de londres:


24-06-2009 17h50@Millennium Bridge

Trata-se de street pianos. Um evento que já passou por Birmingham, Sao Paulo, Sydney e agora Londres.

Um piano na rua onde está escrito "Play Me, I’m Yours". É uma ideia genial. A democratização da música.
São 30 espalhados pela cidade. No final serão doados a escolas e instituições.

Existem eventos marcados para que seja possível ouvir música tocada por quem sabe. Mas qualquer anónimo pode sentar-se e inspirar-se. Existem vários anónimos que têm como objectivo tocar em todos os pianos.

Eu sabia que trocar as aulas de orgão pela bola me ia sair caro...







PS- O post sobre o projecto de estátuas humanas fica para outro post.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

I don't get it...

Aqui no tooting common park vejo com frequência uns tipos a jogar uma espécie de Rugby com um disco voador... parece interessante mas não percebo.


É muito comum ver este jogo de nome Cricket tão famoso em Portugal. Normalmente jogado por Indianos que gostam muito de gritar em campo coisas lindas do tipo:

- Tika tika tika...chicken tika massala!



Bem... não é isso. Mas soa como se fosse.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Road sweeper to receive Cambridge University honorary degree.



Este senhor chama-se Allan Brigham. Tem 52 anos e ha 30 que varre as ruas de Cambridge.
Agora Dr Brigham em vez de Mr. Vai ser-lhe entrege o titulo honorario de Master of Arts da Univ de Cambridge. A mesma Univ que deu titulos honorarios a personalidades como Albert Einstein ou Nelson Mandela .

"A road sweeper who usually cleans up after the honorary degree ceremonies at Cambridge University is now receiving the prestigious award himself"

"Mr Brigham moved to Cambridge from Yorkshire 30 years ago intending to train in the city as a teacher but when that didn't happen he fell into the job of street cleaning."

"In order to earn some extra money he decided to show tourists around the city in his spare time and is now also an official
Blue Badge Guide."

"I have spent years sweeping outside the Senate House watching other people go in to get their degrees and I never dreamed that one day that would be me."
e porqu^e, so porque varre as ruas?



"Mr Brigham is well known by everyone in Cambridge for his transparent love and enthusiasm for the city, its history, its buildings and the people."

"
Having lived in the city for 30 years, street sweeper Allan Brigham shares his unique perspective on all things Cambridge"

No entanto nos por ca (ou por la) andamos a dar Doutoramentos numa Univ de Lisboa a quem da titulos a Londres, Milao e... Porto.

Quantos empregados de limpeza conseguem responder desta forma a uma entrevista? E quantos "Doutores"?

Rico pais o nosso que da tremenda importancia a um papel (sim porque a grande maioria so consegue demonstra-lo mostrando o diploma, porque em servico esta quieto).

Pais esse onde uma directora financeira (que nao sabe distinguir rendimento bruto de liquido, Cash flow de um lifting) 'e vista aos olhos de um britanico como:
-She's banging the boss! - mas aos de um portugues como:
-Mas ela 'e doutora!...


"Its a man made city...all citys are man made." - Allan Brigham.


PS - Para quem esta a pensar ir a Cambridge e gostaria de ter uma visita guiada, encontrei isto.
PS2-Nao sei se o pessoal fora do UK consegue ver isto. Mas vale muito a pena.
PS3 - Curiosamente acabei por encontrei outra historia com alguma semelhanca. Onde um jovem com a mesma actividade criou uma aplicacao para telemoveis de sucesso.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Elections day

Hoje a B. (a colega Iraniana) estava muito entisiasmada com o debate político de ontem a noite visto pelos iranianos de todo o mundo. O adversário (um dos 3 candidatos adversários) falou num tom severo e fez críticas fortes a Ahmadinejad. E como ela diz "mas não podemos falar disso nas ruas de Teerão senão seriamos presos ou assim."

Perguntei ao F. (o Libano-Kenio-Inglês) se era hoje dia de votar. Ele confirmou. Não compreendo. como é que se vai votar num dia de trabalho? 
- "eles abrem as 8h e fecham as 20h, por isso ha sempre tempo".

 Fico a pensar para comigo..."pois nós também fazemos essse horário e a um domingo. E mesmo assim temos 60% de abstencão... "

quarta-feira, 3 de junho de 2009

"Blood, Sweat and Takeaways"


Mais um programa interessante desta vez na BBC3.

Seis Britânicos com pinta de mimados foram viver para o sudoeste Asiático. Muitos devem pensar "isso também eu queria!". Neste caso vão viver e trabalhar como qualquer trabalhador 
das industrias de produção asiáticas. Isto significam que têm de plantar, colher e processar os produtos que todos nós temos "for granted" numa qualquer grande superfície comercial.
Eles dormem e comem como qualquer trabalhador comum nas regiões da Indonésia e Tailândia, e pior que tudo ganham o mesmo que eles. O que quer dizer que com o serviço que conseguem a muito custo prestar mal conseguem comer.

"Pois pois e tal é um programa de televisão." Sim, é verdade. As cenas em que os "personagens" se sentem muito culpados pelos takeaways de galinha frita e etcs que comeram e choram e tal são mesmo muito farçolas (especialmente quando há pelo menos uma por episódio). Tal como este programa, tudo pode ser ficcionado mas mostra que a televisão também pode (e deve) servir para mostrar um outro lado do mundo (para além da novela mexicana) e espicaçar a curiosidade... mais do que adormecer.

They eat, sleep and live with food workers in the poorest regions of Indonesia and Thailand, surviving on the same wages. The average wage for food workers here is around three pounds a day.

terça-feira, 2 de junho de 2009

The Language Valence

Eram praticamente 18h e oiço na sala ao lado "Portuguese? Yes, we have someone that speaks Portuguese!". 
Pego no telefone convencido que so poderia ser Brasileiro. E de facto...não era.

"É bom poder falar Português!" - diz do outro lado 

Pena é que eu não saiba falar salesish. Assim poderia perceber porque tentam vender um equipamento 35 vezes mais potente do que na realidade é...

Como Português com alguma experiência em repartições públicas disse para aguardarem... e chutei para canto.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Around the world in 80...trades.

Estou agora mesmo a ver um programa muito interessante tanto para businessman como para viajantes.

Chama-se "Around the world in 80 trades" e é um programa do channel 4 que segue as aventuras financeiras de Conor Woodman que deixou o seu emprego e vendeu a sua casa para esta aventura....estranho como conseguiu uma produção tão boa para não cair no anonimato.


Economist Conor Woodman just might be the smartest man in the City. Once a high-flying City trader, he decided instead he wanted to trade in real things that he could touch and smell. So Conor left his job and, with £25,000 from the sale of his flat, travelled across four continents and 13 countries trading in all kinds of products – animal, mineral and vegetable – with the aim of doubling his money.

Despite his City contacts, international trade proves hard for Conor. Unperturbed, his eventual deals include selling 4,000 bottles of South African chilli sauce to India; horse trading with cut-throat dealers in Kyrgyzstan and investing £5,000 in Chinese jade, confident he can treble his investment by selling to a rich Taiwanese collector.

In Mexico, Conor has 750 inflatable body boards and reckons that an endorsement from the country's most famous surfer will help them sell. Meanwhile, he hopes to sell 400 bottles of tequila bought in the actual town of Tequila for a sizeable mark up. He then decides to gamble on Brazilian teak, but the economic downturn means hard times for the UK house builders he hopes will buy his wood.

Will Conor blow his £25,000 or succeed in doubling his cash?


Where to buy



View Around the World in 80 Trades in a larger map

quinta-feira, 26 de março de 2009

The Malasian Chick

Parece que a empresa anda a contractar mo,cas para manter a malta nerd motivada.

Desta vez foi uma rapariga da Mal'asia. Cada vez que ela fala comigo faz-me lembra uma hist'oria que li sobre uma massagista que dizia "sucky sucky...10 dolar". 'E incr'ivel como os chineses e seus derivados nunca consegu'em falar uma l'ingua (qualquer ela que seja) sem comer letras ou palavras. No portugues n~ao dizem os 'rs'. Aqui, n~ao dizem nada de jeito. Porque tenho de perguntar sempre 3 vezes! Por exemplo: "Hi, how are you?" passa a "I ah u".

Ontem interrompeu-me para perguntar se estava tudo bem. E subtilmente fez as perguntas que queria.

- I ah u!
- Not too bad, and yourself?
- ood. Ue do u live?
- Hum (:-|)... Near Old Street...
- Is it good there? How much is your rent? (ja estou farto de tentar mostrar como ela fala)
- Hum...506...plus expenses.
- Oh, cheap! And are you here alone....
- No, my girlfriend's also here.
- Ok. Bye!
-.... Bye.

{esta conversa n~ao teve qualquer pausa...exactamente assim.}
O mais parecido com isto foi no Jackie Brown... onde a certa altura:
- How was your day?
- Good...
- Wanna fuck?
- ok...


Hoje veio de novo c'a acima falar com a colega Iraniana. Mesma conversa. Ol'a est'a tudo bem? Seguido do onde moras...


Sei que n'os latinos temos a mania de meter conversa com facilidade e perguntar pormenores int'imos sem grandes modos, mas... this is ridiculous!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Sale No Mobarak !

Ha cerca de uma hora e meia deu 'inicio o Ano Novo Iraniano, que coincide com o 'inicio da Primavera.

O Presidente dos EUA Barack Obama "enviou uma mensagem de vídeo ao povo iraniano oferecendo “um novo começo” na relação entre os dois países.". Como pode ser lido no P'ublico.



Um gesto muito inteligente que leva B., minha colega de profiss~ao, a confesar: "I like him very much!".

B. est'a em Londres h'a cerca de 2 anos. N~ao concorda com o rumo do seu pa'is. Que demasiados lideres religiosos est~ao no poder demasiado tempo. N~ao usa lenco na cabeca (coisa que lhe daria um estadia numa pris~ao caso estivesse na sua cidade Teer~ao) nem se diz religiosa. "Rezar 6 vezes ao dia?! Eu dava em maluca!"
'E uma pessoa muito simp'atica e coordial. E deu-me uma vis~ao muito diferente do Ir~ao que os Jornais tentam vender.

Desde h'a uma hora e meia (duas horas v'a) a fam'ilia de B. passea plas ruas de Teer~ao gritanto "Sale No Mobarak!". Que 'e como quem diz "feliz ano novo". Onde um telefone toca sem ningu'em para atender. E do outro lado B. num escrit'orio em Londres, em frente ao computador a cantarolar m'usicas da sua terra.

sale no mobarak = ano novo celebrac~ao
Nowruz = ano novo (sim, o mesmo significado).

Engracada a selemelhanca entre celebrac~ao (mobarak) e o nomo Barack.


O Nowruz 'e celebrado no Ir~ao durante 13 dias. Nesse 13 dia e por ser de azar, saem de casa para fazer grandes piqueniques e churrascos.



Tamb'em re'unem v'arios objectos de grande simbolismo, para dar sorte dinheiro etc. Todos comecam pela letra S na lingua iraniana. Sao conhecidos como os 7 S.

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