Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better. Samuel Beckett

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Edward Kowalczyk I Alone @ Islington Assembly Hall

Era o início dos anos zero (não gosto muito de noughties) quando se ouvia, semanas a fio, na rádio o Dolphin's cry. Ligava a Tv e lá estavam (durante meses até) na primeira posição do Top+ os Live. Talvez por isso nunca lhes tenha dado a devia atenção.

Foi preciso conhecer a minha maisquetudo e o seu grupo de amigos para dar o devido valor a esta banda. Cada festa terminava com "I alone" ou "lightning crashes" dependendo da cadela de cada um. E fiquei então a saber que havia mais banda para lá do Dolphin's Cry. Que até havia uma música deles que eu jurava ser dos REM (selling the drama).

Foi com tristeza (para ser honesto eu estava indiferente) que ficamos a saber que a banda tinha acabado após a saída do vocalista Ed Kowalczyk (parece que se lê Kavolchik em polaco) em 2009. Entretanto os restantes membros da banda processaram Ed e continuaram a banda com outro vocalista...semelhante com o que se passou com os Massive attack e o agarrado do Tricky que, curiosamente, fez alguns projetos com o Ed...adiante.

Temia-se que após uma espera de mais de 15 anos nunca mais fosse possível ouvir as música dos Live ao vivo até receber um email no inicio do ano a anunciar a torné europeia do Ed. Foi uma longa espera e nem todos do grupo de amigos conseguiram vir a londres (parece que tem qualquer coisa a ver com "responsabilidade" e "filhos"...).

Foi uma desilusão quando entrámos no Assembly Hall em Islington no norte de londres e vimos cadeirinhas por todo o lado. Afinal de contas era um acústico mas, mesmo assim, esperava poder mexer-me à vontade. A última experiência de um concerto sentado tinha sabido um pouco a coito interrompido.

Com muitos clássicos dos live e alguns flops (microfones desligados, amplificadores desamplificados, enganos na letra) à mistura foi um concerto bom. Mas pecou por uma sala sentada, composta mas não cheia. De espetadores que não sabiam as letras e que não se levantavam. Por isso será justo dizer que o Ed não merecia este público e que talvez deva repensar esta única paragem em Londres e trocá-la por Lisboa (no meio dos seus 8! concertos na Holanda) onde encheria certamente um lindíssimo coliseu de Lisboa.

No final ficou a autografar posters e vinis. E a sorrir para todas as fotografias dos fans. Que, depois de um concerto, deve ter doído. Respect!

sábado, 27 de abril de 2013

Moonspell @ Underworld

Foi por um grande acaso que me vi com um bilhete dos Moonspell na mão. A última vez que me lembrava de os ter ouvido era há mais de 10 anos. Na fase Pantera e Mão Morta (esta última ainda persiste). Por isso não sabia bem se ia gostar. Estive agora a recordar algumas músicas e as únicas que me são familiares são do album Sin/Pecado. A Electra, aquele início a rasgar da Abysmo, e a favorita Magdalene. Todas de 1998!

Por isso não era de adivinhar que não fosse conhecer nada. A única que reconheci foi a Nocturna e só porque na altura (album Darkness and Hope de 2007) passava constantemente na rádio.

Cheguei a Camden faltavam 20 minutos para as portas abrirem e já muitos faziam fila à porta do Underworld. Encontrei-me num pub com 3 Portugueses que também iam ver o concerto e apercebi-me que estava a destoar. Estavam todos vestidos de preto da cabeça aos pés (assim como outros no pub que vestiam tshirts da banda) enquanto que eu tinha a minha roupa do dia a dia. Mas escolhi, provavelmente, a pior tshirt para usar num concerto de Metal. Ironicamente, uma que comprei em Camden.

Já tinha ouvido dizer que os Moonspell eram a banda portuguesa mais famosa no estrangeiro logo depois dos Madredeus. E confirmei isso ao ver várias pessoas no pub ou na rua com tshirts da banda sem serem Portugueses. Se calhar maioritariamente Espanhóis.

O Underworld faz jus ao nome. Logo depois de entrar desce-se um longo lance de escadas com as imagens de vários metaleiros que nos leva a crer que estamos a entrar pela crosta terrestre dentro para um outro mundo. Um mundo onde tudo é negro e cada centímetro de pele é uma tela.
Perdi os meus compatriotas logo depois de entrar e vi-me sozinho a entrar no bar...com aquela tshirt. E, equanto as cabeças se viravam para mim, fiquei a pensar que aquele momento não era muito diferente de um qualquer daqueles metaleiros entrar no London Stock Exchange. E ri-me...mas para dentro.

Fui pedir uma pint ao bar onde estava a gotica mais linda que alguma vez vi. Uns olhos de um azul tão claro, uma pela tão branca e um ar tão adolescente e angelical que parecia uma vampiresca da saga Twilight (uma Amy Lee mas em angelical). E quando virou costas vi que tinha a caveira de um demónio tatuada.

O concerto começou com Fernando Ribeiro a entrar de capacete de gladiador e espada medieval como suporte de microfone. E o público apesar de não muito exuberante rendeu-se à banda. Esperava muito moche que não se confirmou.
Com o passar dos anos vou dando mais importância às bandas Portuguesas que vêm a Londres. Não só porque se torna a única hipótese de as ver mas também porque sinto que devo premiar as bandas que estimo. Se todos comparecermos haverá cada mais mais razões para elas comparecerem por cá. E é também uma forma de ajudar o nosso país comprando aquilo que também é um produto nacional.
(pena é muitas vezes álbuns ou livros não estarem disponíveis fora de portugal. Por exemplo no itunes do uk)


sábado, 28 de abril de 2012

Deolinda @ Union Chapel - A Pregar a boa nova música Portuguesa em Londres

Foi por um feliz acaso que me vi ali na Union Chapel em Islington. Se não tivesse ido ao Bea's nunca teria visto o poster a anunciar mais um concerto de Deolinda em Londres.
Acabei também por convidar um colega Brasileiro que em tempos me tinha dito que adorava fado.

Apesar de não estar cheio, o espaço mágico que é a Union Chapel estava bem composto de sotaques. Francês, Inglês e obviamente Português também na sua variante do Brasil.

Foi um concerto diferente daquele que vi no Jazz Café o ano passado. Talvez por estarmos numa igreja, ou simplesmente por haver mais não falantes, não se ouviu muito o público a cantar. O que nem é mau (afinal de contas estou ali para ouvir a voz da Ana Bacalhau. Se fosse para ouvir o público não pagava bilhete). Mas ficou a faltar mais momentos de comunhão com o público e apenas e só por culpa deste.

O som estava limpo. As silabas estavam lá por inteiro. E isso mostra que a Ana sabe pronunciar as palavras e que o técnico de som não estava a dormir.

Mais do que talento, os Deolinda, mostraram trabalho. E isso é raro nos dias que correm. Conheciam o público e o espaço onde iam tocar e adaptaram-se. Um exemplo disso é o grande momento em que Ana sobe ao púlpito para nos pregar
"e se, por acaso,
alguém te prender,
não cantes mais o fadinho,
não me queiras ver sofrer."


O público paga duas ovações de pé e os Deolinda respondem com música. Se todos os negócios fossem assim tão simples.

Ao sair vejo caído um flyer a anunciar o novo álbum de Teresa Salgueiro. Um sinal de outros tempos. De que não estamos assim tão longe dos Madredeus e que temos aqui, nos Deolinda, os novos representantes internacionais da boa música cantada em Português. Long live the amazing Deolinda.


terça-feira, 24 de abril de 2012

Deolinda @ Union Chapel

Já há muito que não ia ao Bea's of Bloomsbury para ir comprar um dos melhores cafés que consegui encontrar em Londres (muito por culpa de agora termos no escritório máquina de café ranhosa mas ao melhor preço (zero)). Se bem que são mais conhecidos pelos cupcakes e bolos de chorar, também servem almoços e era isso que ia à procura. O que não estava à espera de encontrar era isto:


Eles nem costumam ter assim muitos cartazes. Normalmente de concertos indie/jazz ou festivais de cinema menos comerciais. E adorei o destaque que Deolinda tinha ali bem no meio. Assim entre quem espera na fila e tenta resistir olhar para os cupcakes.

Mesmo para quem não adora Deolinda o Union Chapel em Islington é um lugar lindo para ver um concerto e só por isso vale a pena. Fui ver umas apresentações do 5x15 (uma espécie de TED que fica para outro post) e adorei o espaço. É, como o próprio nome indica, uma capela onda se pode dar concertos (não apenas de música erudita). Nunca percebi porque a Igreja Portuguesa impossibilita isto quando tudo aquilo deveria de ser uma festa.


É também o local onde cheguei no meu primeiro dia a Londres (como Londrino wannabe). Onde me vi quase sem saldo no telemóvel, sem metro ou comboio (únicos caminhos que conhecia até casa do sitio onde ia couchsurfar). A tentar passar despercebido com a minha mala de 24Kg e mochilas de portatil / maquina fotográfica. É um local da noite e também por isso (a meu ver) pouco seguro. Mais parecido com o vizinho Dalston do que o mais seguro Angel. (claro que isto também depende da opinião de cada um).
Será, portanto, um bom lugar para nostalgias.

Quando:27 de Abril 19h
Onde:Union Chapel, Compton Avenue, London N1 2XD Islington (VictoriaLine)
Quanto:17.50£+1.8£admin fee

Os que vivem mais a Norte também podem vê-los no dia 1 de Maio em Manchester.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Primitive Reason@Cais do Gás

Ele há coisas do diabo. Então eu que deixei de comprar a revista Time Out em londres (por deixar de fora grandes eventos de borla e publicar Beyonces da tanga) e hoje, sem saber o que ver, comprei a de Lisboa e o que é que descubro? Um concerto dos míticos Primitive Reason. Mas que prenda de Natal!

Esta banda marcou-me na pré-adolescência. Lembro-me de vibrar imenso ao som de 7 fingered friend naquelas que foram as primeiras vezes que ia a uma discoteca (e desconhecendo o verdadeiro significado do tema).

Anos mais tarde, viria a conhecer a minha mais que tudo e consequentemente a "Ana" da música 24pints ("jump jump Ana jump Ana").

Por isso e por muito mais é importante não perder este concerto.

Onde: Cais Sodré, Armazem F.
Quando: 22h, 22 Dezembro
Quanto: 10€


http://www.primitivereason.net/
Facebook



domingo, 16 de outubro de 2011

Staind @ HMV Forum

"Hey mate, I have a spare ticket for this gig...Staind. wanna come?" disse-me um colega meu. E eu fiquei a pensar "onde raio é que ouvi falar desta banda?". Depois de um pouco de google lá reconheci umas 3/4 músicas e vi que era uma banda muito na moda há uns 8 anos atrás. Era então por isso que o nome me era familiar.
Perguntei à minha mais que tudo se ela conhecia uma banda do mesmo nome, o que ela considerou um insulto. Os 5 albuns da mesma banda que tem no ipod justificam a sua reacção.

A memória que tinha de Aaron Lewis (o vocalista) era de um tipo normal de cabelo rapado (que confundo com o ex-vocalista dos live Ed Kowalczyk). O que vi agora parecia-se mais com um camionista. Gordo. De chapeu e barba por fazer. Mostrava que os anos também passaram por ele.

O recinto estava repleto de metaleiros (um orgulhosamente com uma tshirt dos pantera (porque raio é que aguém tráz uma tshirt de uma outra banda pra um concerto?)). A banda limitou-se a fazer o seu trabalho sem grande espectáculos. Mas houve momentos especiais quando ficava a ouvir o público em coro a cantar as mais velhinhas baladas.


PS- outro espectáculo dentro do próprio eram a quantidade de telemoveis e máquinas fotográficas que subiam e piscavam num aparente sincronismo. Um ou dois puxavam ainda dos isqueiros. Gente de outros tempos.











domingo, 21 de agosto de 2011

CSS @ Rough Trade East

Onde:Rough Trade East - 91 Brick Lane, E1 6QL.
Quando:22 Abril (Hoje!)
Quanto:Comprar o album (11.99£) ou ir para a fila 1h antes e rezar para que ainda haja bilhetes.


Tenho especial simpatia por esta banda Brasileira. No principio dos noughties houve o boom do electroclash/electropop e eu deixei de ouvir rock/pop barato para me render à futilidade deste tipo de música.
Os meus colegas de faculdade apresentavam-me bandas como os Fischerspooner, Miss kittin ou Peaches. Juntava-mos uns trocos (almoçava-se menos) para ter guito para ir ao Lux nas noites de club kitten (com o dj Kitten aka João Vieira, agora X-wife (e, já agora, ex-Londrino)) e ouvir uma série de malhas novas. Gravar para um voice mail os riffs para depois tentar descobrir qual era a música/banda.

Durante essa febre Z. e J. subscreveram a um mailgroup de electroclash onde se podia fazer reply de uma nova banda que tivesse descoberto ou alguém poderia perguntar que raio de música é aquela que tem como refrão "this is a happy house...". E por entre os milhares de threads que aquilo tinha, conseguiram desencantar uns tais de Cansei de Ser Sexy que tinham umas fotos engraçadas (roliças vestidas de licra florescente) e que tinham uma maqueta de músicas que disponibilizavam. O som era sujo. As letras simples de rima fácil ("let's make love and listen to death from above"). E nós adorámos.
Depois foi seguirmos, deste lado, a ansiedade que eles tiveram pelo seu primeiro concerto. Depois um silêncio de meses seguido de um contracto discográfico que resultaria no seu primeiro álbum no Brasil.
Eu adorava a expressão "Cansei de Ser Sexy" (que passou a ser o meu status no messenger) e também a abreviada CSS (pelo trocadilho com CSS, por estarmos num curso de Informática...).

Até que, uns anos mais tarde, estou a conduzir e começo a cantarolar uma música que estava a passar na rádio que me era muito familiar. Foram apresentados como uma banda novidade que estava a rebentar nos states. O som era mais limpo. Algumas partes de algumas músicas ou pequenos arranjos foram alterados. Mas continuavam muito iguais aquilo que tinha ouvido na maqueta. Umas semanas depois e um artigo na Y dava também foco a esta banda. Meses depois foi uma constante na rádio (até ao enjoo) . Até que quando finalmente vieram actuar ao Lux...esgotaram sem eu conseguir bilhete.

E é isto que acho interessante nesta minha relação com esta banda. A única que consegui conhecer (mesmo que virtualmente) antes sequer de terem uma maqueta, até ao estrelato internacional. E que nunca vi ao vivo.





Já agora, os CSS vão também actuar no dia 23 no XOYO.

sábado, 13 de agosto de 2011

Canary Wharf Jazz Festival 2011

Quando: 13 e 14 Agosto

Onde: Canada Square Park: Outdoor Cinema
Canary Wharf, E14 5AX


Sunday 14 August
1.30-2.45pm Kit Downes Sextet
3.15-4.30pm Grupo X
5-6.15pm Sarah Gillespie
6.45-8.15pm Jay Phelps Big Band with Clare Teal


Apesar de não ser num sítio muito central vale a pena. O festival de jazz de Canary Wharf é uma boa oportunidade de beber um copo ouvindo jazz ao ar livre. É uma boa iniciativa para animar aquela área da cidade que, ao fim-de-semana, é uma cidade fantasma.

O ano passado passei por lá e não me arrependi. Gostei especialmente desde momento em que o parque inteiro fez coro. Apesar de não se notar muito no vídeo o coro de espectadores acabava por ser bastante alto e até surpreendentemente afinado:





domingo, 10 de abril de 2011

Metronomy @ Rough Trade East

Os Metronomy vão actuar amanha dia 11 numa das lojas da famosa Editora "Rough Trade".

Onde:Rough Trade East - 91 Brick Lane, E1 6QL.
Quando:11 Abril
Quanto:Comprar o album (11£) ou ir para a fila 1h antes e rezar para que ainda haja bilhetes.

tinha aqui falado dos Metronomy mas não da Rough Trade. É uma editora independende (no verdadeiro sentido) que foi responsável pela "descoberta" de artistas como:
-Belle & Sebastian
-Jarvis Cocker
-James
-The Libertines
-The Long Blondes
-Duffy (este caso em especial ficaram 2 anos a espera que ela deixasse as musicas a marinar até ao dia em que ela achasse que eram aquilo que ela queria, foi o que ouvimos).

e por trazerem pérolas dos USA como:
-Strokes
-Arcade Fire
-Antony and the Johnsons

Mas são talves mais famosos por terem dado a ouvir ao mundo os "The Smiths".



Esta é a oportunidade de ver um bom concerto num local mítico. Os metronomy vão actuar também no dia 16 no o2 Shepherds Bush Empire.

Rough Trade East In-store - METRONOMY - Monday 11th April, 7pm 11/04/2011
BUY THE NEW ALBUM 'ENGLISH RIVIERA' ON THE DAY OF THE IN-STORE AT ROUGH TRADE EAST AND COLLECT YOUR WRISTBAND AT THE SAME TIME, ANY REMAINING WRISTBANDS WILL BE GIVEN OUT 1 HOUR PRIOR TO THE STAGE TIME...ONE PER PERSON

Anyone expecting more of the same digital melancholia as heard on the universally-lauded Nights Out is in for a shock - but a pleasant one. The English Riviera, Metronomy's third album and second, after Nights Out, on Because Music is a belting, unashamed pop album, a gorgeous record full of languid, sunset funk songs, which looks set to propel Metronomy even further than they have travelled thus far.


Acho que vale a pena ir lá comprar o album (uma coisa rara nos dias que correm) e apoiar esta editora.

quarta-feira, 30 de março de 2011

dEUS @ London

É com muita satisfação que recebo hoje um email da songkick a informar que os dEUS vão actuar em Londres na sua primeira torné em 3 anos!

Onde:Relentless Garage 20-22 Highbury Corner, at the beginning of Holloway Road, opposite Highbury & Islington tube station, N5 1RD.
Quando:1 Junho
Quanto:15£+3£(fees)

Deixo aqui "Instant Street" do album "The Ideal Crash" de 1999. Um album e uma banda que me fizeram companhia nesta década. Naquele tempo fazia-se música e não perucas. É de aproveitar, não vão eles hibernar mais 3.



PS- Reparei agora que este clip mostra algumas qualidades coreográficas ao estilo OKGO. Ou será ao contrario?

quinta-feira, 10 de março de 2011

Deolinda @ Jazz Café

Eu confesso que parece uma beca bimbo ir a um concerto Portuga quando existem milhentas bandas para ver nesta cidade que, provavelmente, nunca irão a Lisboa. Mas não acredito que todas elas sejam bandas de músicos como esta. Não estou a falar de artistas ou "artistas" mas de músicos. De quem sabe compor, cantar e fazer espectáculo ao vivo. Deolinda sabem. Parvo seria eu se lá não fosse...





quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

OK Go @ Koko

Esta é daquelas bandas mágicas e únicas. Que são os verdadeiros Artistas sem quotation marks.

Desde que ouvi pela primeira vez (por volta do album homonimo de 2002) que nunca mais me fartei nem me cansei de os revisitar. Uma banda que me transmite grandes e boas recordações.

Mas que na web é mais conhecida pelos seus videoclips virais:



OK Go

Onde:KOKO, 1A Camden High Street NW1 7JE
Quando:29 Junho
Quanto: 15 mais taxas e sobretaxas... 18.88

Devo confessar que perdi muito tempo para escolher um misto de grandes músicas com grandes clips mas é difícil. São tantos e tão bons que tive de me controlar.

Esta é uma grande música com um videoclip simples e original. Não precisamos de tipas mamalhudas carros e correntes de ouro pra fazer clips. Mas precisamos de músicos para fazer música (não basta os shades).


Este mais recente. Música boa e um clip (quando pensamos que já não é possível) original. Mas desta vez nota-se que já não são banda de garagem (têm guito...).


Experimentem ouvir esta de manhã a caminho do trabalho. Não só ficam bem dispostos como chegam a horas!


Nem é que goste muito desta música. Mas o trabalho para fazer o clip (principalmente dos elementos de 4 patas) vale a pena.


Uma das melhores bandas dos noughties.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Deolinda @ JazzCafe

Deolinha

Onde:Jazz Cafe, 5, Parkway, Camden, London, NW1 7PG
Quando:8 Março
Quanto:17£ mais taxas.
"Sai de casa e vem comigo para a rua
Vem, que essa vida que tens
Por mais vidas que tu ganhes
É a tua que mais perde se não vens."




Principalmente agora, é nosso dever apostar nas nossas exportações!

Por isso, sai de casa!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Portugal.The Man @ London

Lembram-se de Portugal.The Man que falei antes? Segundo o Last.fm eles vão estar em Londres em Abril.

Onde: The Lexington, em Angel.
Quando:7 Abril
Quanto:9£ mais taxas.

Ao ouvir esta música não sei se já ouvi em algum lado, ou se me faz lembrar uma data de bandas por aí. Mas vale a pena.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Los Campesinos! @ O2 Shepherd's Bush Empire

Os Los Campesinos! de Cardiff vão dar ar de sua graça no âmbito dos NME Awards.

Onde:O2 Shepherd's Bush Empire
Quando:Wed 02 Feb 11
Quanto: dizem ser 14£ mas no final arrotas 20£. fdp dos ticketweb...





UPDATE - estes totónicos dos Ticketweb ainda não me enviaram os bilhetes e agora fico sem saber se compro outro (e arrisco comprar a mais) se fico a espera...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

quarta-feira, 3 de junho de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

The Ruin




Esta 6ªF vou ver um concerto dos The Ruin. Trata-se de uma banda de amigos...dos amigos. 
É engraçado que vi o primeiro concerto ao vivo há pouco mais de um ano quando vim a Londres de férias e foi a p**** da loucura. Passado um ano e agora têm agente, demo, e torné. 

Há coisa de um mês tiveram uma actuação num pub aqui em Balham. E foi doloroso ver estarem a tocar para ninguém. É também preciso sublinhar que nem por isso foi um mau concerto. Apenas teclas e guitarra e aí deu para reparar bem que se tratam mesmo de músicos e não apenas malta com fome de palco.  Têm energia e inteligência musical.
Vale mesmo a pena dar uma vista de olhos. 

O vocalista é um tipo com pinta de rocker (dificilmente tira o gorro seja em que condições climatérias forem). Tem uma irreverência e sentido de humor desarmantes. 
No intervalo do concerto uma moça chunguita pede lume acompanhada de um valente pit bull (o cão da moda). O "vocalista" olha para ele e dispara: "Nice cat..."

Acho que só por isso já provoca curiosidade. Apareçam.

Onde:
The Cobden Club
170 Kensal Road
London W10 5BN
Nearest Station: Westbourne Park (Hammersmith & City line) 8:30pm-1am (live music)

Quanto: 5£

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